Sony admite: Michael Jackson foi o Humberto de Campos da vez


Michael Jackson, conhecido rei do pop, tem sua popularidade comparável ao astro pop da religião brasileira, o "médium" Francisco Cândido Xavier, o Chico Xavier.

O Rei do Pop é superestimado em sua carreira, que na verdade teve altos e baixos, mas sem chegar à irregularidade cheia de graves tropeços e tombos como as do "médium" brasileiro, com muito mais baixos (e bota baixos nisso) do que altos.

Mas Michael Jackson também viveu seus momentos póstumos de Humberto de Campos, como atestou notícia divulgada ontem na imprensa internacional.

O irmão do cantor, Randy Jackson - que com ele integrou a banda The Jacksons e, portanto, tem moral para descrever as performances do falecido - , denunciou que o álbum póstumo Michael, de 2010, contém vocais fake atribuídos ao cantor em algumas faixas.

Em seguida, uma fã do cantor, Vera Sarova, através de um documento obtido pela especialista em redes sociais Karen Civil, demonstrou também que os vocais utilizados em algumas faixas eram falsos.

Os produtores e, aparentemente, amigos de Michael, Eddie Cascio e James Victor Porte, tentaram desmentir as denúncias, em primeiro momento.

Mas Vera Sarova gravou áudios que demonstraram que a suposta voz de Michael gravada no estúdio de Cascio era, na verdade, de um imitador chamado Jason Malachi.

A Sony Music admitiu que as faixas, cerca de três, eram gravadas com voz fake.

Neste caso, Michael Jackson teve mais sorte do que Humberto de Campos, que morreu em faixa etária próxima do cantor estadunidense em diferença de 75 anos. Humberto, com 48 completos, em 1934, Michael, com 51 incompletos, em 2009.

Até hoje estamos esperando um comunicado oficial de que as obras atribuídas ao espírito Humberto de Campos são fake, pois já foram identificadas disparidades em estilo em relação à obra original do autor maranhense.

Além do mais, já foram, também, apresentados indícios de que a "obra espiritual" sob o nome de "Humberto de Campos" e "Irmão X" teriam sido escritos, na verdade, por Chico Xavier, Antônio Wantuil de Freitas e colaboradores da equipe editorial da FEB.

Só falta haver um comunicado oficial admitindo isso, em vez da atitude hipócrita de deixar "em aberto" as questões sobre veracidade ou fraude.

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