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Mostrando postagens de abril, 2019

Leitor diz que imprensa é para investigar e não dizer amém

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Seguimos com a carta de Adelmo Maciel, de Juiz de Fora, Minas Gerais: "Amigos, Me envergonha a cobertura que a imprensa fez dos 150 anos de morte de Allan Kardec. Verdadeiro vexame chapa-branca! Verdadeiro acinte ao legado do professor francês, que com seu suor e seu bolso fez pesquisas difíceis, sob o desprezo ou repúdio da sociedade do seu tempo, para codificar a Doutrina Espírita. As coberturas mais pareciam releases da Federação Espírita Brasileira. A vergonha é tanta ao perceber que a imprensa brasileira preferiu comemorar a 'popularidade brasileira' do Espiritismo, que na verdade vai de mal a pior, reduzindo de 2% para 1,8%. E, o que é mais grave, com os jornalistas mais preocupados em homenagear Chico Xavier, o falso médium que arruinou os postulados kardecianos! Chico Xavier apostou em invencionices feitas ao arrepio do mais básico fundamento lógico. Criou cidades espirituais só para forçar as pessoas a sofrer na vida presente, porque, depois da morte, to

Leitor reclama de homenagem feita a Allan Kardec pela mídia no Brasil

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Temos uma carta de Gustavo Franchetti, de São Paulo, reclamando das homenagens que a mídia brasileira, incluindo sucursal de veículos estrangeiros, fez com a lembrança dos 150 anos de morte de Allan Kardec. ========== Prezados Amigos, Me sinto completamente envergonhado com as homenagens que foram feitas a Allan Kardec, na lembrança dos 150 anos de morte, que ocorreu em 31 de março de 1869. Desacreditado, o professor francês já foi ultrajado e desprezado em seu tempo, ele que usou de seu suor e do seu dinheiro, sem patrocínio algum, e no Brasil ele foi alvo de bajulação tão hipócrita, travestida em reportagens "imparciais". Vemos Folha de São Paulo, BBC Brasil - em artigo que se espalhou em reproduções noutros veículos da imprensa - e até o Canal Brasil, que é de entretenimento, se preocuparem mais em homenagear o deturpador Chico Xavier do que o próprio Kardec, que mais parecia um brinquedo usado pelos "espíritas de igreja medieval", como se a desfiguraçã

Explosão de gás em área de influência de "centro espírita" em Salvador

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Mais uma vez os chamados "hospitais da alma" não conseguem vibrar para afastar as "doenças", mas, em vez disso, só fazem piorar. É o caso do Vale das Pedrinhas, em Salvador, bairro de uma região de três que, além dele, inclui também o Nordeste de Amaralina e Santa Cruz. A região é "abençoada" pelo "centro espírita" Paulo e Estevão, situado na parte de Amaralina que dá acesso ao Nordeste, considerado um dos mais violentos da capital baiana. No Vale das Pedrinhas, uma explosão de gás atingiu duas casas, que foram destruídas pelo impacto do ocorrido. Um incêndio se deu em seguida e a área foi interditada pela CODESAL, órgão da Defesa Civil da capital baiana, que apontou pelo menos seis casas em risco. Cinco pessoas saíram feridas, algumas com queimaduras: Edilson Pereira Nascimento, 29, Jorge Emanuel de Jesus Souza, 50,  Manoel Conceição dos Santos, Demile de Carvalho, ambos com 21 anos, e o filho, David de Carvalho, 1 ano e 10 meses Tan

Possível latrocínio a poucos metros de "centro espírita" em Venda da Cruz

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Na noite de tempestade no Grande Rio, um assalto seguido de morte ocorreu entre Niterói e São Gonçalo. No último dia 08, Samara Reis Miranda passeava de moto com o marido quando criminosos abordaram o casal na Rua Coronel Amarante, esquina com Rua Porciúncula, próximo de um condomínio financiado pelo Minha Casa, Minha Vida. O casal não reagiu ao assalto, mas, mesmo assim, os criminosos atiraram. Samara morreu atingida pelos disparos. O marido nada sofreu. A ocorrência se dá a poucos metros de um "centro espírita" situado dentro de Venda da Cruz. A polícia investiga o caso e trabalha com a hipótese de possível latrocínio. Chamamos a atenção para as energias negativas que os "centros espíritas", em vez de resolver, acabam deixando sem controle. As pessoas não gostam de saber disso, mas devemos lembrar que Espiritismo, no Brasil, é dominado pela desonestidade doutrinária. A "catolicização" do Espiritismo brasileiro não é um fato acidental e as

Militares matam inocente a poucos metros de "centro espírita" no Rio de Janeiro

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Uma ocorrência criminal ocorrida ontem (07 de abril de 2019) revoltou todo o Brasil. Um músico e segurança de uma casa noturna, Evaldo dos Santos Rosa, foi assassinado quando o carro onde estava ele e sua família foi alvejado com 80 tiros dados por militares do Exército. Evaldo ia para um chá-de-bebê de uma amiga sua. Ele estava junto com a esposa, o sogro, um filho de sete anos e uma mulher amiga do grupo. O sogro foi ferido e está hospitalizado. Um pedestre que tentou ajudar os baleados também ficou ferido. Os militares acusam Evaldo de ser assaltante, mas não há prova alguma que ele tenha sido envolvido com alguma ação criminosa. Pelo contrário, os parentes e amigos sempre afirmaram que Evaldo era uma boa pessoa, um sujeito honesto e dedicado e um excelente amigo. Apesar disso, a viúva de Evaldo viu militares debochando, em vez de realizar algum socorro. Para piorar, a violência se estendeu aos bolsonaristas na Internet, lembrando também que os militares usavam métod

"Tóxico do intelectualismo" põe Chico Xavier contra Allan Kardec

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Não há pessoa mais anti-kardeciana do que Francisco Cândido Xavier, o Chico Xavier. Suas ideias contrariam os ensinamentos espíritas originais. Isso vai desde a atitude desnecessária de ficar lançando mais de 400 livros com pura mistificação até a suposição de datas determinadas para acontecimentos futuros. Kardec lançou um número muito mais enxuto de livros que apresentam textos bem mais coerentes e uma honestidade intelectual que inexiste nos livros produzidos por Chico Xavier. E Kardec convidava para o debate, a lógica, o raciocínio científico. Kardec não temia o debate aprofundado, e ele mesmo dizia que, se ele estivesse errado, ele poderia ser corrigido por outrem. Mas isso à luz da lógica, e não da mistificação. Era uma questão de pensar e buscar o saber, e não se tornar escravo da crença sem fundamento nem da mistificação. O extremo contrário se observa na obra trazida por Chico Xavier O "médium" tinha medo de ser questionado, tinha um grande pavor do