Explosão de gás em área de influência de "centro espírita" em Salvador



Mais uma vez os chamados "hospitais da alma" não conseguem vibrar para afastar as "doenças", mas, em vez disso, só fazem piorar.

É o caso do Vale das Pedrinhas, em Salvador, bairro de uma região de três que, além dele, inclui também o Nordeste de Amaralina e Santa Cruz.

A região é "abençoada" pelo "centro espírita" Paulo e Estevão, situado na parte de Amaralina que dá acesso ao Nordeste, considerado um dos mais violentos da capital baiana.

No Vale das Pedrinhas, uma explosão de gás atingiu duas casas, que foram destruídas pelo impacto do ocorrido. Um incêndio se deu em seguida e a área foi interditada pela CODESAL, órgão da Defesa Civil da capital baiana, que apontou pelo menos seis casas em risco.

Cinco pessoas saíram feridas, algumas com queimaduras: Edilson Pereira Nascimento, 29, Jorge Emanuel de Jesus Souza, 50,  Manoel Conceição dos Santos, Demile de Carvalho, ambos com 21 anos, e o filho, David de Carvalho, 1 ano e 10 meses

Tanto Vale das Pedrinhas quanto Santa Cruz acompanham a violência e a pobreza sem solução do Nordeste, formando o trio de bairros em situação dramática na capital da Bahia.

A gente fica até perguntando se o fechamento de "centros espíritas", oficinas de roustanguismo cafajeste, instituições de caridade fajuta, não resolveria a situação.

Pois a religião que faz apologia ao sofrimento - e que não pode reclamar de intolerância religiosa, porque até seus piores atos são tolerados pela sociedade - e que faz Allan Kardec de gato e sapato, bajulando-o mas traindo com ideias alheias a ele, está decadente.

A desonestidade doutrinária já é erro demais que o Espiritismo brasileiro realiza, a partir do exemplo irresponsável de Francisco Cândido Xavier, o Chico Xavier.

Tudo virou um sub-Catolicismo, uma espécie de "Catolicismo pirata", de conteúdo medieval, sem o menor compromisso de fidelidade genuína com os postulados originais.

Diante disso, o Espiritismo brasileiro só atrai más energias, até porque também faz apologia ao sofrimento humano.

Os dirigentes dessas instituições deveriam voltar para casa, em vez de fazer caridade fajuta que só serve para arrancar dinheiro do Estado, e se promover em cima de um Assistencialismo barato.

Eles deveriam orar e acreditar no seu roustanguismo de cada dia, em vez de apelar para a hipocrisia de "pedir para viver Allan Kardec no dia a dia".

É por causa dessa desonestidade doutrinária que o Espiritismo brasileiro traz energias negativas em todo lugar em que se instala.

E quem sofre são os mais pobres e necessitados, que não podem viver a vida com dignidade e segurança, aguentando infortúnios que fazem a alegria dos pregadores do Espiritismo brasileiro.

Para uma religião que substituiu o "fora da caridade não há salvação" pelo "pimenta nos olhos dos outros é refresco", tanto faz a tragédia do outro, nessa vida que o Espiritismo brasileiro desvaloriza e rebaixa a uma espécie de "serviço militar para entrar no Céu".

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